Jovem Pan

Em 17.08.2012

Banco Central divulga IBC-BR com avanço de 0,75%

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (17) Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) que é prévia do Produto Interno Bruto (PIB) com um avanço de 0,75% em junho frente a maio. Esse foi o melhor resultado em 14 meses. Em entrevista a rádio Jovem Pan, o professor da Universidade Federal Fluminense, Marco Aurélio Cabral, fala sobre a economia brasileira.
Em 25.12.20XX

Brasil terá crescimento de empregos por 5 anos

 Marco Aurélio Cabral, professor de Macroeconomia do Ibmec, comentou recente pesquisa dando conta da possibilidade, mencionada por 76% dos entrevistados, de busca de novos empregos nos próximos anos. Questionado sobre o futuro econômico do Brasil, ele disse que é complicado prever o futuro com confiança, ainda que isso seja possível “quase que garantir” o avanço da economia nacional pelo menos por cinco anos. Isso significa que o crescimento será amparado no consumo e na produção, com consequente alta nas condições de emprego. Para Cabral, é necessário “um plano audacioso” de treinamento e capacitação nos próximos anos, já que, hoje, é necessário um conhecimento básico e uma postura adequada para a entrada no mercado de trabalho, algo que não ocorre com toda a população. Isso pode ser corrigido com investimentos nos ensinos médio e técnico.
Em 05.04.2011

Brasil pode ter apagão de mão de obra qualificada

O gargalo da mão de obra qualificada é apontado por muitos como entrave para o maior desenvolvimento do Brasil. A questão é tão preocupante que já está dando dor de cabeça no governo federal. Lá em Brasília, eles já debatem soluções para a desqualificação no mercado de trabalho, principalmente agora, com mais empresas buscando mão de obra especializada, sem conseguir preencher vagas.

O professor de macroeconomia do IBMEC do Rio de Janeiro, Marco Aurélio Cabral, afirmou trata-se de um assunto muito sério, pois o Brasil experimenta uma taxa de crescimento industrial, que vai necessitar de mão de obra qualificada. Segundo Cabral, em decorrência desses motivos existe um grande risco do país ter um apagão de mão de obra qualificada, principalmente, no ramo tecnológico.

Para mudar o cenárioa curto prazo, o professor salientou que “o Brasil está maduro para implementar um plano nacional de educação, que já está concebido e dá enfâse nesse momento, ao ensino médio e fundamental”. “Nós temos que perceber que a situação mundial é muito dificil, e o Brasil experimenta taxas de crescimento elevadas que podem estar sujeitas a uma mudança no futuro”.

Em 30.06.2010

Novo salário mínimo entra em vigor em abril

Piso salarial regional entra em vigor em abril e afetará os rendimentos de empregados domésticos e outras categorias. A lei, que entra em vigor no primeiro dia do mês, determina que o salário mínimo de São Paulo será de R$ 560 (primeira faixa), R$ 570 (segunda faixa) e R$ 580 (terceira faixa).
Falando a Denise Campos de Toledo, o economista da Unicamp Cláudio Dedeca reclamou uma política mais clara para essa remuneração. “Seria importante que tivéssemos uma política para o salário mínimo, coisa que não temos ao presente momento. Seria necessário regras que pudessem ser debatidas em cada Estado”. O economista da Universidade Federal Fluminense, Marco Aurélio Cabral, discordou do colega e garantiu que a política paulista para o salário mínimo é muito clara. Cabral acentuou que São Paulo e os demais Estados adaptam a política federal às peculiaridades de suas sociedades. “O que São Paulo fez foi seguir a mesma metodologia, o que resulta portanto em um salário muito acima do piso efetivamente celebrado para o salário mínimo”.
Os dois economistas concordam que a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação serve para estimular o consumo interno no país. Eles acreditam que essa consequência compense com vantagens, o peso do custo mais alto, especialmente nas micro e pequenas empresas. Terão direito a receber o piso salarial regional trabalhadores da iniciativa privada que não possuem piso salarial definido em acordo coletivo, convenção ou lei federal.

 

Em 26.02.2010

Mercado de trabalho tem o melhor índice desde 2003

De acordo com dados divulgados pelo IBGE, o aquecimento da economia reduziu o número de demissões nas seis maiores maiores regiões metropolitanas do país e ficou em 7,2%. Segundo o instituto, este foi o menor índice para um mês de janeiro desde o início da pesquisa em março de 2003 e ainda, a segunda mais baixa da história do levantamento do instituto.
O Rio de Janeiro destacou-se pela manutenção de empregos no turismo. Já em São Paulo, as demissões na indústria se repetiram. O coordenador da pesquisa do IBGE, Cimar Pereira, afirmou que os dados mostram o Brasil se distanciando da crise mundial. “Essa pequena elevação do desemprego indica que o mercado de trabalho absorveu mais os serviços temporários”.
Já o professor do IBMEC do Rio de Janeiro, Marco Aurélio Cabral, defendeu um plano ousado de treinamento para evitar o apagão de mão de obra no País. Cabral adiantou que o crescimento do país nos próximos cinco anos e vai exigir mais trabalhadores qualificados.
Helio Zylberstein, presidente do Instituto Brasileiro de Relação de Emprego e Trabalho, disse que foi pequeno o salto do desemprego entre dezembro e janeiro, e enfatizou que 0,4% é um número baixo para o período.
Em entrevista a Denise Campos de Toledo, professor da USP, José Pastore observou que o rendimento médio do trabalhador caiu 0,4% mas, em alguns setores houve altas expressivas. Pastore revelou que acredita que o ano de 2010 vai fechar com declínio nos números do desemprego e elevação nos índices de emprego
Em 20.11.2009

Brasil tem maior clima econômico em 20 anos

O professor de Economia do Ibemec do Rio de Janeiro, Marco Aurélio Cabral, diz que, após a crise, o Brasil está na fase do “boom”, mas alerta para os problemas estruturais. Falando a Denise Campos de Toledo, ele faz uma análise das novas economias, lideradas pelo Brasil. Com indicadores sobre a situação atual ainda desfavoráveis, Argentina e Paraguai saíram da recessão e entraram no ciclo de recuperação. Chile, Colômbia e México estão em recuperação; os indicadores melhoraram, mas os principais aumentos são relativos aos índices de expectativas. Com Índice de Clima Econômico de 4,1 pontos, o México está na pior situação. O Equador continua na fase recessiva, com o Índice de Situação Atual caindo para 2 pontos. A Venezuela acompanha o Equador em termos de classificação no ciclo. Entretanto, registra um aumento expressivo no IE, que passou de um vírgula 8 para 4,3 pontos.

http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil-tem-maior-clima-economico-em-20-anos-180002,,0

dezembro de 2009

Junho de 2009

janeiro de 2010

Fevereiro de 2010

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